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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

MUSEUS E UM POUCO DE BRASIL NOS EUA


O terceiro dia na capital americana – 07/01, sexta-feira - começou mais frio e contrariando as previsões da meteorologia de que haveria neve.

Para manter o hábito e o preparo físico, subimos a pé até o Museu de História Natural, planejando ficar ali até a hora do almoço e passar por todas as alas que faltou ver no dia anterior. Iniciamos a visita pela ala dos fósseis, plantas, pedras e dinossauros, seguindo a ordem do Museu.

Ala do museu que o Twingo mais iria gostar

É enorme, muito interessante, com apresentação impecável e explicação detalhada de cada peça. Embora tenhamos nos esforçado para dar uma passada superficial e rápida, considerando o tempo disponível, só pudemos ver mesmo a primeira ala. Destaque para a parte de minerais, com pedras preciosas (diamantes, cristais etc). Havia, inclusive, várias pedras brasileiras, especialmente mineiras e gaúchas. Teremos que fazer o sacrifício de voltar outra vez a Washington no mínimo para acabar de conhecer o Museu...

Oscar (esq.), com a pedra gaucha (dir.)

Fomos, então, almoçar e nos decidimos pela Fogo de Chão, não só por ficar bem próxima, mas por estarmos com um pouco de saudades de churrasco. Foi uma excelente decisão: serviço atencioso e, na maior parte, em português, carnes bem feitas, pão de queijo quentinho e excelente servido continuamente, saladas variadas, melhor que a Fogo de Chão no Brasil (ou será que as saudades estão desvirtuando nossa análise?). Boa escolha para reencontrar um pedacinho da pátria por aqui....

Satisfeitos, fomos cumprir a segunda parte de nosso plano, isto é, passar pelo Museu do Ar, atraídos principalmente pelas lembranças do Oscar pai, que já estivera por lá. Foi muito legal ver os módulos das naves espaciais, as pedras trazidas pelos astronautas, as histórias e as lições relativas a todas as descobertas relacionadas ao desejo inato do ser humano de voar. Ficamos decepcionados com o Planetário que, apesar da qualidade de som, imagem e instalações, apresentou um filminho muuuuiiiito fraquinho. Outra questão pendente é que a referência a Santos Dumont é apenas que ele registrou um vôo no percurso de Paris, sendo que a invenção do avião para eles continua sendo dos irmãos Wright...

A familia MegaFerias e o Modulo de Comando Columbia, da Missao que levou o homem a Lua.

No museu fomos, ainda, ao simulador de vôo. Como só eram permitidas duas pessoas em cada um, separamo-nos por sexo, com as crianças sendo os pilotos e os pais os atiradores. Foi muito especial ir com a Susy, pois foi uma simulação de looooonga duração - os 3 minutos mais longos da minha vida, a maior parte de cabeça para baixo.... todos rimos a valer e saimos comentando que foi um tempo curto para podermos nos adaptar aos controles (e no caso das mulheres, também a voar de cabeça para baixo, sustentadas apenas pelo cinto de segurança).

a gente saindo do simulador

Depois de tanta aventura, os filhos ainda tinham energia para patinar e fomos todos à Nacional Galery of Art. Os pais, é claro, ficaram dentro do salão aquecido, tomando um vinho malbec argentino (ninguém é de ferro, hehehe).

O pai e a Su voltaram para casa, enquanto os outros foram em busca do Hard Rock Café, para comprar mais uma camisa para a coleção do Tutty. E, assim, a noite e nosso período de Washington terminou, restando, apenas dormirmos e a ida ao aeroporto. Ficou mesmo foi um gostinho de “quero mais”....acho que teremos que voltar a essa cidade encantadora......

Rô (Direto de Las Vegas)

domingo, 9 de janeiro de 2011

ESTAMOS EM VEGAS

NO AEROPORTO DE LAS VEGAS

Atravessamos os EUA e chegamos a Vegas, capital da jogatina.

Nossa viagem foi um tanto tumultuada. Primeiro a surpresa que, nos vôos nacionais, eles cobram US$ 25 por mala embarcada. Depois, entramos no avião em Washington da American Airlines e ele, antes de sair, deu pane. Assim, a conexão prevista para Dallas ficou inviabilizada. Recebemos um endosso e trocamos de companhia, um novo vôo mais tarde pela US Airways com conexão em Charlote.

MALA DANIFICADA PELA AA

Antes de sair fomos buscar a bagagem e, minha mala nem tinha viajado, foi totalmente danificada pela American Airlines. Primeiro confusão, mas depois acertamos a questão e, como já estávamos apertados para o novo vòo, pegamos uma mala nova e fomos embora.

O novo vôo foi certinho, tudo direito, a única ocorrência foi um passageiro, que não era da nossa familia, que passou mal durante o percurso, mas nada que atrapalhasse, só uns minutinhos a mais para descer do avião.

Chegamos a Vegas, alugamos um carro, e viemos para o apart-hotel e, antes de dormir, já um pouco cansados, demos uma volta no Cassino South Point, que fica aqui do lado. Enorme. Centenas de caça níquel, mesas de dado, de poquer, roletas, um Cinemark com 25 salas, teatro, 6 restaurantes e um boliche com 72 pistas, além do hotel do próprio Cassino.

Aqui está bem mais quente que NY e WAS, quando saímos, por volta das 23h, estava uns 7 graus. Deu para sair só com um casaquinho e sem luvas.

A diferença do horário daqui é de 6h a menos que no Brasil. Depois contamos mais sobre o final do passeio em Washington e como vão as coisas por aqui.

Abraço,

OSCAR KARNAL

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

SERVIÇO SECRETO AMERICANO E AGRESSÃO DE NATIVO

Nosso segundo dia de Washigton começou da nossa tradicional maneira, acordamos por volta das 11h, tomamos banho, comemos alguma coisa e saímos para caminhada, desta vez fomos até o Washigton Monument (aquele que parece o Obelisco de Buenos Aires ou São Paulo) e seguimos passando pela Casa Branca até chegar ao The National Mall.

Nas proximidades da Casa Branca a surpresa foi nos deparar com agentes secretos americanos. Isso mesmo, agentes dos serviço secreto americano. Tiramos até uma foto do carro deles.

CARRO DO US SECRET SERVICE

Ainda perto da Casa Branca, mais uma surpresa, dessa vez desagradável. Até o dia anterior, tinhamos ótima impressão dos nativos daqui, mas isso se desfez quando a Susy foi oferecer um amendoim, mas o nativo em vez de agradecer partiu para a agressão e aplicou uma mordida na nossa querida filha.

NATIVO AGRESSOR DA SUSY

MÃO DA SUSY ENSANGUENTADA

Por sorte, Susy sempre carrega em sua bolsa um tubo de alcool gel, que permitiu a limpeza imediata do seu dedinho, mas, mesmo assim, estamos mantendo observação severa para verificar se ela não apresenta sinais de raiva ou sintomas de hantavirose. Vamos esperar, também, a próxima lua cheia para verificar se a noite ela não se transforma em Squirrelgirl, o que só se resolve com um bala de prata. Por enquanto, a única coisa que observamos foi um aumento no consumo de nozes e outras castanhas, mas vamos esperar um pouco mais para ter um veredito. Estamos esperando também para ver se ela esquece o episódio ou se vai ficar esquilofrenica (Medo de perseguição de Esquilos)

Caminhamos mais e chegamos ao The Nationall Mall (ou Alameda Nacional), que é um enorme gramado em frente ao Capitólio que equivale a nossa Esplanada dos Ministérios, só que a margem, em vez de ministérios, existem diversos museus para visitação do público e, detalhe, todos com acesso gratuito.

Nossas visitas começaram com uma ida ao Museu de História dos EUA, fundado em 1964, e que contém diversas peças que contam, a sua maneira, os eventos históricos do país. Destaque para o salão das Primeiras Damas, que contém, entre outros itens, todos os vestidos usados nas posses desde a decada de 50. Ro e Susy adoraram ver, apesar do gosto duvidoso da maioria dos vestidos.

VESTIDO USADO PELA MICHELLE OBAMA

Depois do almoço, uma passada no Museu de História Natural, isso lá pelas 16h30min. Começamos pela ala dos animais marinhos e passamos rapidamente pela ala dos mamíferos. Como o museu fecha as 17h30min, a continuação ficou para o dia seguinte.

PERTO DO CAPITÓLIO

Demos, então, uma caminhada até a frente do Capitólio, sede do Poder Legislativo. Mais caminhada, dessa vez subindo pela Avenida D até chegarmos e darmos uma passeada em Chinatown. Quem conhece o bairro equivalente de New York, destacamos que não tem nenhuma comparação. Nada de lojas tipo feira do paraguai. Tudo bonitinho e limpo, com muitos bancos e todas as lojas trazendo seu nome em ingles e em chines. Parece que ali tem sido o “point” noturno da cidade.

CHINATOWN

Antes de ir para casa, uma passada pela Macy’s daqui que, ao contrário de NY, estava com poucos clientes e bem agradável de passear, pena que como quase tudo aqui, fecha cedo, às 20h. Aí foi voltar para o hotel, jantar, rir do episódio do ataque do esquilo, ver um pouco de TV e dormir.

Depois contamos mais sobre Washington. Beijos e abraços.

OSCAR KARNAL

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Centro do Poder

LINCON MEMORIAL

Conforme já foi dito anteriormente, chegamos no dia 04 a Washington - centro do poder dos EUA e, por conseguinte, do mundo – após uma viagem muito confortável e tranqüila.


Descemos na Union Station que, além de centralizar as linhas de trem (estaduais, nacionais e internacionais para o Canadá), é estação de metrô e tem exposições, feiras e acesso para o Museu Postal americano.



WHITE HOUSE
Embora fosse mais simples chamar um taxi, já que a estação é bem central (e a recepcionista do hotel tivesse via fone nos recomendado fazê-lo), decidimos desvendar o metrô de Washington, usando nosso meio de transporte preferido.

Foi bem tranquilo e fácil e a chegada ao hotel foi agradável. Resolvemos dar uma volta nas proximidades e procurar algo para lanchar e descemos a rua do hotel (Pensylvannia Ave) até Georgetown, caminho que nos pareceu semelhante à 5ª. Ave de Nova York, isto é, cheia de lojas “de marca” e restaurantes e bistrôs charmosos e bonitos.


Após uma tradicional comida americana (hambúrgueres, fritas, margaritas e refris), voltamos na noite fria e tranqüila, observando que as lojas fecham cedo (10h, ao contrário de NY, que realmente nunca dorme).


WASHINGTON MONUMENT

Saímos no dia 05 por volta de 1h da tarde, com temperatura agradável (2 graus C) e fomos, após um café da manhã/almoço (direito a milk shake e lanches), fomos à Casa Branca (óbvio, onde mais iniciar o turismo por Washington?!?), Monumento à Washington, Memorial da II Guerra Mundial e o Lincoln Memorial. É uma boa caminhada, entre eles há um caminho arborizado ladeando um espelho d’água (Reflexing Pool), cheio de esquilos que, àquela altura, nos pareceram bem amigáveis.


Chegamos à beira do Rio Potomac, em tempo de, acompanhados de nossos famintos amiguinhos (?) esquilos, assistir, filmar e fotografar o por do sol, muito bonito e colorido (tons rosados, alaranjados, azulados....). Ausentando-se o sol, ficou muito frio e resolvemos voltar, passando pelo memorial aos veteranos da Guerra da Coréia (há um muro preto com fotos e estátuas em tamanho natural representando soldados, nenhum em especial).

PÔR-DO-SOL

A noite terminou no quarto do hotel com burritos e chá gelado gentilmente comprados pelo Tutty e Susy (os pais não quiseram sair na noite fria novamente...hehehe!).


Beijos grandes a todos e continuem conosco



quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

"Mamma Mia!" e "Empire State Building

Somos relapsos a ponto de estarmos um pouco atrasados nas postagens do blog de novo.

Mas ficou pra mim a missão de contar para vocês, caras, o fim da nossa passagem por Nova York, passagem essa que terminou ontem com uma confortabilíssima viagem de trem até Washington D.C., onde temos estado desde então.

MAMMA MIA

Os ingressos foram comprados na TKTS, uma loja que tem mais de 37 anos de existência, e que desde 2008 funciona num espaço alugado sob a escada vermelha instalada em Times Square. Ela vende ingressos tanto para peças da Broadway como peças Off-Broadway com até 50% de descontos do preço original.

NA FRENTE DO TEATRO

A fila parecia gigantesca mas em menos de 10 minutos saímos de lá com nossos ingressos com 40% de desconto para "Mama Mia!", musical escrito a partir de músicas da famosa banda sueca, ABBA e que tem inclusive uma versão homônima em filme. Sentamos praticamente embaixo do palco, na primeira e segunda fileiras do Teatro Winter Garden (na Brodway), de tal sorte que podíamos ver a peça e também a orquestra tocando as músicas.

NO INTERVALO DE MAMMA MIA

O cenário, a coreografia e o roteiro foram bastante simples, mas muito bons, e as músicas não só são boas como foram muito bem interpretadas pelos atores. Os elogios foram voltados principalmente às atrizes que fizeram os papéis de Donna e Sophie. A família gostou bastante, e as mulheres até choraram em determinados momentos da história, o que eu talvez não devesse ter contado, mas eu contei.

CUMPRIMENTOS FINAIS

Numa análise crítica aprofundada, eu diria que foi quase tão bom quanto um burrito. Nos prometemos ir a São Paulo e assistir a versão brasileira do espetáculo.

EMPIRE STATE

O dia seguinte ficou combinado que iríamos ao Empire State Building e foi o que fizemos.

Ele fica no encontro entre a 5a. Avenida e a 34a Rua, tem 102 andares de estatura e sua iluminação muda ao longo do ano para celebrar datas especiais, sendo branca no resto do tempo. Foi inaugurado em Maio de 1931, aproximadamente um ano depois de começar a ser construído. O nome do prédio é uma homenagem ao apelido do estado de Nova York, também conhecido como Empire State pela abundância e variedade dos seus recursos.

Foi, por muito tempo, o maior prédio do mundo, até ser ultrapassado pela Torre norte do World Trade Center em 1972. Depois dos ataques de 11 de Setembro de 2001, retomou o posto de prédio mais alto de Manhattan, e é, atualmente, o segundo prédio mais alto dos Estados Unidos depois da Torre da Sears, em Chicago.

No 86o. andar do prédio há um observatório de onde é possível ver toda a ilha de Manhattan e até um pouco da parte continental dos Estados Unidos. Mas para chegar lá precisamos de um bilhete, e para conseguir o bilhete precisamos entrar em uma fila.

VISTA DO NORTE DA ILHA

Resolvida essa questão, entramos em outra fila para o elevador. E o elevador, muito rápido, em questão de 30 segundos no levou ao 80o. andar, onde deveríamos esperar em outra fila para o elevador que nos levaria ao 86o.. Cansados de filas, resolvemos subir os últimos 6 andares de escada mesmo, o que fizemos sem muita dificuldade (cof cof).

Ofegantes, chegamos ao observatório que tinha um ambiente interno e outro externo. Ambos cheios a ponto de ser difícil caminhar, e o de fora realmente frio. Se fez muito difícil ultrapassar as dezenas de pessoas que se amontoavam junto a grade, instalada no observatório para evitar suicídios, e tirar fotos ou observar a cidade.

Mas quando chegamos vimos uma vista muito bonita. Pudemos ver o sol se pôr lá de cima e o topo de prédios que outrora consideramos altíssimos, vistos de cima.

POR DO SOL AO SUL DA ILHA

WASHINGTON

Hoje passamos o dia passeando por Washington D.C. e tentando tirar as músicas grudentas do ABBA da cabeça. Amanhã essas aventuras serão postadas por alguém, então por favor continuem acompanhando.

Obrigado pela leitura e até mais,
Tutty.