No fim de tudo, o que vale é o que se vive, o que se faz, o que se encontra e se conhece. Lembranças, histórias, conversas... Daí o propósito de uma viagem de seis meses com único intuito de conhecer, encontrar, fazer e viver. Fica aqui registrada a experiência.
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segunda-feira, 8 de novembro de 2010
LLEGAMOS EN MONTEVIDEO
domingo, 7 de novembro de 2010
REPLANEJANDO POR CULPA DOS CORREIOS
CHUÍ & CHUY
Chuí (com I) que mantém fronteira com Chuy (com Y), do Uruguaia, sendo que as duas cidades são divididas apenas por duas grandes avenidas chamadas de Avenida Brasil, no lado de lá, e Avenida Uruguai, no lado de cá. Fora essas duas avenidas principais, as cidades eram muito pequenas e, até, apresentavam fortes sinais de pobreza.
Fomos as compras. Batatas Pringles, chocolates, alfajores e o vídeo game Wii foram os alvos do nosso consumismo. Além disso, compramos um GPS com o mapa do Brasil e da Argentina, que passa a nós acompanhar nesta fase das megaférias e que batizamos como Melinda Gordon.
Além de chegar ao estremo sul do país e fazer umas comprinhas, Susy aproveitou para rever uma “antiga” colega do Santa Rosa, a Julia, com que ela sempre mantém contato via computador. No domingo, dia 31, inclusive, saímos com a Julia e a mãe dela que trabalha no consulado brasileiro no Chuy. Como já citado em post anterior, fomos a praia da Barra, ao Farol da Barra do Chuí, Forte de São Miguel e ainda, na cara de pau, filamos um ótimo café na casa delas, com direito a doce de leite uruguaio, pão de queijo, media luna (croissant) etc.
OSCAR KARNAL